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Notícias

26/12/2006

O caranguejo e os olhos da onça (Amazônia)

O caranguejo e os olhos da onça (Amazônia)

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O caranguejo mandou seus olhos darem um passeio perto da lagoa.

- Vão, vão, meus olhos, vão passear na beira da lagoa. E os olhos voaram em direção à lagoa, como duas borboletas. Dali a pouco o caranguejo resolveu chamar:

- Venham, venham, meus olhos, venham logo. E eles voltaram. Havia muitos dias que ele fazia isso, e a onça sempre ficava espiando, curiosa. Não conseguia acreditar no que via. Acabou perguntando ao caranguejo: 

- Como é que você faz aquilo? 

- É só mandar. Veja: vão, vão, meus olhos, vão passear na beira da lagoa. E os olhos foram. 

- Depois eu chamo: venham, venham, meus olhos, venham logo. E os olhos voltaram.

A onça estava doida para fazer a mesma coisa. Então pediu ao caranguejo que mandasse os olhos dela para um passeio também. Mas ele não quis:

- Agora não, porque senão o monstro pode devorá-los. Mas a onça insistiu: 

- Eu quero, eu quero, mande para mim...

- Está bem-disse o caranguejo.

- Mas é por sua conta e risco! E mandou os olhos da onça até a beira da lagoa. Dali a pouco, chamou-os de volta: 

- Venham, venham, olhos da onça, venham logo. E eles voltaram para as órbitas da onça.

- Mas é maravilhoso! - disse a onça - Mande de novo...

- Agora não, é muito perigoso – advertiu o caranguejo – O monstro esta chegando, pode devorar seus olhos.

- Por favor, mande de novo, mais uma vez, só umazinha... Seja bonzinho, vá...

Mas o caranguejo tinha razão. O monstro estava lá e comeu os olhos da onça. Não adiantou nada o caranguejo pronunciar as palavras mágicas, porque os olhos não voltaram. A onça ficara cega para sempre. A onças ficou furiosa e quis se vingar. Ameaçou comer o caranguejo, mas ele se escondeu de baixo de uma raiz. A onça arranhava a raiz, mas não encontrava o caranguejo. Não conseguia enxergar, e só pelo tato não dava para distinguir entre a carapaça dura do caranguejo e um pedaço de pau. Mas deu um bom arranhão nele, e até hoje o casco dos caranguejos tem a marca dos arranhões das garras da onça. Depois ela desistiu e saiu andando pela mata, sem saber para onde estava indo. Não podia mais caçar e pensou que morreria de fome. Então chegou um gavião-real e perguntou: 

- O que você está fazendo aí? O que aconteceu com seus olhos? A onça contou sua história extraordinária, e o gavião-real achou aquilo inacreditável. De qualquer forma, não podia negar que a onça tinha ficado cega. E resolveu ajudá-la. 

- Não sai daí - disse ele. - Vou buscar o que é preciso para dar um jeito em seus olhos. Se você esconder a cabeça entre as patas, os outros bichos não vão ver que ficou cega e não se arriscarão a chegar perto. Vou lhe trazer um pouco de leite de jatobá. – E saiu voando.

Passaram-se horas, e o gavião-real não voltava. A onça estava começando a ficar preocupada quando ouviu um barulhão. Era o gavião-real, que deixara cair ao seu lado tudo o que precisaria para fazer a onça ter olhos de novo. Ele disse:

- Agora não se mexa. Vai arder e queimar, mas você tem de agüentar a dor. Esquentou o leite de jatobá e advertiu:

- Não se mexa! Bem quietinha! Despejou o liquido fervente na órbita direita da onça. Ela agüentou firme, nem gritou. Depois o gavião-real encheu a órbita esquerda. Em seguida com seiva de outra árvore. Lavou os olhos que acabara de fabricar. Os novos olhos da onça ficaram muito claros e ainda mais bo-nitos do que antes do acidente.

- Como posso lhe agradecer? - perguntou a onça.

- É só matar uma anta para mim. É meu prato preferido - disse o gavião-real.

A onça foi caçar e trouxe uma anta enorme, que agradou muito seu novo amigo. Desde esse dia, toda vez que a onça caça, ela deixa para o gavião-real uma parte do que abate, em lembrança dessa aventura. Há muitos e muitos anos, quando deste lado do mundo não existiam outros deuses além dos astros, das forças e dos elemen-tos naturais, o sol imperava sobre todos eles e era amo e senhor de toda a América índia. Sua vontade era bastante para desencadear tormentas ou secar os mares. Quando se lhe rendia culto, fecundava os campos e abenço-ava os lares. Mas ai do insensato que se atrevesse a desafiar sua ira! Nada podia esperar senão fome, frio, dor e morte.

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