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Programa Água Boa beneficia a 70 famílias em Nossa Senhora das Dores
Ordem de início de extensão de rede de 4,3 quilômetros foi assinada nesta segunda-feira (23/02)
Nossa Senhora das Dores é a próxima comunidade do Interior beneficiada com o programa Água Boa. O diretor-presidente do Samae, João Uez, assinou nesta segunda-feira (23/2) a ordem de início da extensão de rede que irá garantir o abastecimento a cerca de 70 famílias da localidade, que serão atendidas pelo Sistema Marrecas.
A rede terá em torno de 4,3 quilômetros e irá passar pelas Estradas Municipais Vittore Toigo, Ernesto Sualini e 28 19 01, pela rua Alcides Severo Pellin e estradas dos Móveis Paim e do Sindicato dos Metalúrgicos. O investimento está orçado em R$ 800 mil. A obra será realizada pela Nort Brasil, em prazo de até 150 dias.
"Quando estivemos aqui para tratar da mudança da Lei das Águas, a grande reivindicação desta comunidade era a rede de água. A aprovação da lei contribuiu para viabilizar esta realização, pois antes era obrigatório ter fossa e filtro", destacou Uez durante a assinatura.
O processo solicitando essa ligação de água tratada foi aberto em 2023, mas o sonho acompanha boa parte da história de 126 anos de Nossa Senhora das Dores. "Depois de tanta luta, agradecemos ao Samae por realizar este sonho", agradeceu Claucir Zulianello, ao falar em nome dos moradores.
O representante da Câmara de Vereadores, Zé Dambrós, contou o caso inusitado de um morador do limite com Flores da Cunha que atualmente é abastecido pela Corsan, mas agora será beneficiado pela nova rede.
Tambem participaram da ordem de inicio o presidente da Comunidade de Nossa Senhora das Dores, Sérgio Vegher; o presidente do Sivecarga, Anderson Roncen, e dezenas de moradores da localidade.
O Programa Água Boa foi implantado pelo Samae em julho do ano passado e transformado em lei em dezembro. A principal mudança foi isentar moradores da zona rural de arcar com custos nas implantações de extensões de rede de água, assim como já ocorria com a população da área urbana. “Uma questão de justiça com quem coloca alimento em nossas mesas, no mínimo, três vezes do dia”, destaca João Uez.